Toques de conversa N°13

Par spyvia | Le 02 oct 2008 à 18:21 | Général | (Lu 1196 fois)

(no meu carro)

Ela - Está a jogar o Porto e tu não tens o rádio ligado. Parabéns, deves ser o único homem...
Eu - Olha que não. Para além dos que não ouvem relatos porque não gostam, que é o meu caso, há os que não são do Porto.
Ela - Sim, mas é raro. De qualquer maneira é um alívio não ter que ouvir relatos de futebol no carro dum homem.
Eu - Percebo...

(uns minutos depois)

Ela - Podes só ligar um bocadinho o rádio para eu saber o resultado?
Eu - Pensei que não gostavas...
Ela - É só para saber o resultado.
Eu (ligando o rádio) - Ok.

(uns minutos depois)

Ela - Estamos a perder 4-0. Não sei para que é que ligaste isso...

 

Toques de conversa N°12

Par spyvia | Le 29 sep 2008 à 18:25 | Général | (Lu 853 fois)

Ela - Eu já não acredito no amor eterno.
Eu - Não me parece grave, desde que acredites pelo menos no amor temporário.
Ela - Começo a não acreditar nem nesse.
Eu - Esse vai-te acontecendo...
Ela - Mas nunca se pode confiar num namorado, percebes? Os homens estão sempre a pensar noutra mulher.
Eu - Sempre não. Talvez uma vez por outra, sim, mas isso é normal. Isso também acontece com as mulheres, não acontece?
Ela - Sim, mas pelo menos as mulheres ficam com um sentimento de culpa.
Eu - Nunca traíste o teu marido?
Ela - Sim, mas é o que te estou a dizer, fiquei com um sentimento de culpa. Ele, não sei se me traiu ou não, mas se o fez foi na boa.
Eu - Talvez isso não seja assim tão importante. Já pensaste nisso?
Ela - Estás a ver? Tu não achas importante, ou seja, não tens sentimento de culpa nenhum quando o fazes...
Eu - Não foi isso que eu disse.
Ela - Foi, foi.
Eu - Não foi nada.
Ela - Foi, foi.

 

Toques de conversa N°11

Par spyvia | Le 29 sep 2008 à 18:24 | Général | (Lu 783 fois)

(durante uma discussão amigável sobre a problemática dos casamentos homossexuais em Portugal)

Ela - Mas os homossexuais já se podem casar em Portugal há muito tempo...
Eu - Não podem nada. Claro que não podem. Se pudessem não andavam a pensar em agendar o assunto na Assembleia da República.
Ela - Podem podem...
Eu - Não podem.
Ela - Podem. Tem é que ser com alguém do sexo oposto, mas podem.
Eu - Agora lixaste-me.

 

Toques de conversa N°10

Par spyvia | Le 29 sep 2008 à 18:23 | Général | (Lu 822 fois)

Ela - A minha mãe passou por nós, há dias na rua, e depois perguntou-me quem tu eras.
Eu - A sério?
Ela - Sim, perguntou-me se eras o meu namorado e tudo.
Eu - Ena...
Ela - É que ficou preocupada. Disse-me que tinhas um ar assim... despenteado, foi o termo que ela usou.
Eu - Ah!

 

Interrupção.

Par spyvia | Le 23 sep 2008 à 08:05 | Général | (Lu 1576 fois)
Hoje peço desculpa a todos quantos vinham aqui à procura de mais uma teoria, de mais um disparate. Peço desculpa se vos desiludo. Mas hoje mais do que as interminaveis letras que se amontoam buscando um sentido não sabendo se no final da página o encontrarão, escrevo com a pele a arder. A pele arde-me e a arder assim, é bom escrever...
Como sabem este blogue iniciou a sua aventura no dia 6 de Outubro de 2006. Durante estes dois anos algumas centenas de pessoas vieram aqui, deixaram a sua marca, trouxeram algo e levaram algo. Levaram o que lhes tinha para oferecer. Ninguém aqui veio em busca da redenção, ou da salvação, penso até - provavelmente presunção minha - que vinham para se colocar perante os seus próprios fantasmas, que por prazer eu pintava em letras.
Durante dois anos as pessoas habituaram-se a conhecer-me, tinham um rosto e um nome por trás das palavras e não um boneco. Durante dois anos as pessoas perceberam que não acredito na fidelidade enquanto condição. Durante dois anos as pessoas perceberam que era egoísta e egocêntrico. Durante dois anos as pessoas perceberam que não sou simpático e não gosto de trabalhar em equipa. Durante dois anos as pessoas perceberam que não suporto ficar em segundo lugar. Durante dois anos as pessoas perceberam que sou amigo de muito pouca gente, embora conheça demasiadas pessoas. Durante dois anos ofereci-me sem máscaras, mesmo que assim nú a imagem não fosse a melhor. Durante dois anos, as pessoas souberam que vejo a lealdade como o soro que alimenta coisas maiores, coisas essas que não se podem ler aqui, ou em qualquer parte, porque são gestos, actos, coisas que se sentem e não se podem descrever, e eu não sou leal para quem me pede. Durante dois anos as pessoas perceberam que não acredito nas relações estaveis só porque precisamos delas. 
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Fui seguido por uma loura!

Par spyvia | Le 08 sep 2008 à 07:58 | Général | (Lu 724 fois)
É, a notícia do dia (enfim, já é de ontem mas aqui o blogo-coiso não cooperou portanto passa a ser de hoje), uma loura seguiu-me pela auto-estrada afora e eu ia-me espetando porque não conseguia deixar de olhar pró espelho em vez de olhar para a estrada como convém. Já sei que virão para aí bastos leitores dizer que esse é um exercício que praticam todos os dias, sem acidentes para os próprios e os demais, mas haveis de desculpar-me a falta de experiência que não tou assim habituado a conduzir a olhar para o espelho para ver quem vem na minha retaguarda.

Tive tempo para lhe tirar as medidas, e que medidas ó senhores, mas a loura era bombástica e vinha num descapotável, não me pergunteis é a marca porque eu cá não pesco nada de automóveis e só me interessa que andem. Aliás cá vai mais um ponto prós nossos senhores leitores que de certeza por esta altura saberiam a marca e o modelo do dito, mas lá está, falta de experiência a minha nestas andanças em que sou novato e também confesso que em toda a minha vida nunca me tinha acontecido ser assim seguido por uma loura avassaladora!

Mas a mulher vinha mesmo atrás de mim, a fazer-me sinais de luzes e tudo, assim mesmo encostadinha ao meu pára-choques traseiro. Ainda pensei em travar mas depois em calhando a loura partia-se toda em cima de mim e não dava muito jeito que um corpo daqueles quer-se inteiro, e nem sequer falo por mim que eu cá não me importava nada se ela se partisse toda em cima de mim.

Portanto lá fui seguindo meio atarantado e sem saber como reagir, os senhores leitores têm que me dar umas dicas que prá próxima quero estar mais bem preparado, até que ali já quase a chegar ao aeroporto a loura faz-me uma ultrapassagem em rasante que me ia arrancando um espelho e pimba, vai de se pôr à minha frente e trava-me com os quatro piscas ligados e tudo. Bem eu às tantas já tava era a ver a minha vida a andar para trás que podia ser alguma ex-namorada de alguma menina com quem eu me tivesse metido numa dessas noites de copos, ou a menina comigo que eu cá a bem dizer não costumo meter-me com ninguém, elas é que vêm sempre ter comigo… e a loura vinha assim um bocadinho a modos que pró danada e eu já só pensava era se teria onde me enfiar com medo que ela me viesse bater.

Abre-me a porta do carro e vai por ali fora a insultar-me de ó-seu-estúpido, porque… eu tinha um pneu furado e nem dei por nada! Que haveria eu de dizer senão que me tinha perdido nos olhos dela e nem reparei que o carro tava assim a modos que a manco. Consegui arrancar-lhe um sorriso e lá me dispus a trocar o raio do pneu, pois que remédio. Ainda lhe perguntei se ela me ajudaria, ou pelo menos se ficaria por ali a assistir que isto um gaijo trabalha sempre melhor sabendo que tem uma assistência tão bombástica mas ela lá me disse que ajudar-me não podia, por causa das unhas e coiso-e-tal, mas ainda me deu um beijo e desejou-me boa sorte e foi-se embora a sorrir e eu pois… podia ter sido tudo tão diferente não era meus senhores? Preciso urgentemente de me actualizar aí nas vossas artes de não deixar fugir uma loura bombástica que se atravessa à nossa frente numa tarde de trânsito na auto-estrada.

 

Conta aí!!!

Par spyvia | Le 04 sep 2008 à 12:31 | Général | (Lu 643 fois)

Tenho cara de “conta aí.”

Isso é mais ou menos como ter a cara de um padre do interior já patusco de tão velho e necessariamente surdo.

O “conta aí” tem cara de pedinchão. É como se ele passasse a vida a implorar que os outros lhes contassem as suas vidas nos mínimos detalhes. E que, claro, tudo o que fosse dito não sairia dali, morreria com ele.

Pois é, tenho cara de “conta aí”. E as pessoas contam mesmo.

Graças à Deus há as excepções. Há quem seja prático e procure um psicanalista para fazer o trabalho sujo. E, então, com a atenção de um profissional ao seu serviço, comece a abrir as gavetas da alma, tirando de lá todos os tipos de objectos putrefactos e inúteis que coleccionamos ao longo da nossa curta e dispensável existência.

Como os analistas são pagos para não ter nojo das porcarias dos outros, vão remexendo no lixo à procura de algo que preste ou que possa ser consertado. Quase sempre conseguem dar a volta ao texto, mas às vezes não é fácil (“Hum, não, não, o facto do senhor coleccionar sapatos femininos não tem nada de errado, onde já se viu. É apenas uma demonstração tardia de apego ao design. Não vale a pena debruçarmo-nos sobre o tema. Prefiro antes voltar a aquele seu sonho recorrente, aquele do rapto do Pai Natal, em que aparecem o Lobo Mau, vestido em roupa interior de cabedal, a Cicciolina e dois rapazes fisioculturistas que têm os seios iguais aos da Pamela Anderson.”)

Mas como a maioria das pessoas não tem massa para pagar por uma análise, acaba por recorrer aos ouvidos dos amigos que, como todos sabem e o dicionário confirma, é o melhor sinónimo possível para a palavra sanita.

O meu caso então é terrível. Como tenho cara de “conta aí” e o meu ar apalermado é uma garantia de que nem que eu quisesse conseguiria usar o que ouço contra quem contou, volta e meia, conhecidos (o que até que é esperado) e desconhecidos (aí é que a coisa pia mais fino) contam-me segredos que fazem duvidar daquela balela de que o ser humano é uma raça superior.

E nem estou a referir-me necessariamente a coisas relacionadas ao sexo. Não, graças a Deus, o máximo que já ouvi de inconfidências sobre o assunto resume-se a meia dúzia de casos banais de infidelidade matrimonial (vamos ser sinceros, encornar e ser encornado são os dois desportos mais antigos do mundo). Nunca ouvi nada que envolva pigmeus albinos besuntados em ovos ou texugos selvagens (já sobre texugos domésticos, bem..).

Mas vamos aos factos. Dou alguns exemplos (todos eles reais).

Tenho uma amiga que há trinta anos não bebe água. Bebe sumos, ice-tea, refrigerantes em geral, mas água não. O estranho é que ninguém sabe desse seu hábito. Nem o marido desconfia. A água, como ela confessou-me, tem qualquer coisa de molhado que lhe causa uma certa repugnância. Certo, claro, então tá.

Um amigo, já um senhor de quase 40 anos, director de uma multinacional, guardou uma insólita mania da infância que é a de tocar músicas a soltar gases em geral (os arrotos e os outros). Cheguei a comover-me ao ouvi-lo arrotar outro dia o «Parabéns a Você». Mas nada que chegasse aos pés da sua maravilhosa improvisação do tema de “Dr. Jivago”, num arranjo para orquestras de gases.

Tenho outro amigo que só consegue dormir com duas almofadas. E daí? Bem, o problema é que as almofadas têm de ser as mesmas que o acompanham há mais de vinte anos (inclusive em viagens). Detalhe: elas nunca foram lavadas. Nem queiram saber a opinião da esposa dele sobre o assunto.

Pessoas que usam dois pares de meia de cada vez, conheci umas quatro. Pessoas que discutem sozinhas, a ponto de numa briga feia ficarem semanas sem dirigir a palavra a si mesmas, são quase todas. Idem para as pessoas que se deleitam com prazeres secretos a partir de actos aparentemente banais que envolvam a cera dos ouvidos e os macacos do nariz.

Tudo isso para dizer o quê? Bem, é só para lembrar que é risível a necessidade de toda a gente parecer normal. Além de uma perda de tempo (ninguém acredita) é só mais uma razão para causar stress desnecessário e infelicidade premeditada.

Sendo assim, amigo(a), ponha para fora o anormal que tem dentro de si. Gosta de pôr a língua na ponta do nariz (há quem consiga), faça isso já, aí no meio da praça, no meio da rua. Ninguém se vai assustar (se calhar ainda é aplaudido(a)).

Desde que não faça coisas ilegais, ninguém tem nada com isso.

Ou como diria o meu Tio : “De perto ninguém, é normal.”

 

Toques de conversa N°9

Par spyvia | Le 03 sep 2008 à 11:39 | Général | (Lu 658 fois)

Ela - Vou só ali buscar uma maçã para trincar.
Eu - Ok! As mulheres estão sempre a comer maçãs.
Ela - Isso é quando estão com homens que não se deixam comer. Há que comer qualquer coisa, nem que seja uma maçã...

 

Toques de conversa N°8

Par spyvia | Le 03 sep 2008 à 11:37 | Général | (Lu 546 fois)

Ela (mostrando-me uma fotografia com várias miúdas) - Aqui eu tinha vinte anos...
Eu - És quem? Esta ou esta?
Ela (tirando a fotografia das mãos) - Se não consegues ver nem mereces olhar...
Eu - É que essas duas são parecidas. Além disso, se tinhas vinte anos, já foi há dezanove...
Ela - Estás a querer dizer que eu envelheci?
Eu - Não estou a querer dizer isso mas sim, envelheceste. É uma coisa que nos acontece a todos. Menos À Lili Caneças e à Madonna, pronto.
Ela - Mas envelheci assim tanto?
Eu - Dezanove anos. Nos últimos dezanove anos envelheceste dezanove anos. Eu, por acaso, também.
Ela - Vou ali à casa de banho pensar se, quando voltar, me rio contigo e bebemos uma cerveja ou se te expulso de casa.

 

Toques de conversa N°7

Par spyvia | Le 22 2008 à 15:44 | Général | (Lu 573 fois)

Ela - A única coisa que eu peço é um homem que me respeite e goste de mim. Achas que isso é pedir muito?
Eu - Acho.
Ela - Achas?
Eu - Sim. Respeitar-te é uma coisa que nem deve ser sujeita a pedido. Aí tudo bem. Agora gostar de ti nem sequer é coisa que se peça. Ou se gosta ou não se gosta.
Ela - És um chato.

 

Toques de conversa N°6

Par spyvia | Le 22 2008 à 15:41 | Général | (Lu 417 fois)

Ela - Às vezes apetecia-me estar contigo sem dizer nada. Só assim abraçados.
Eu - Sim, percebo. Às vezes também é o que me apetece.
Ela - O problema é só...
Eu - É só o quê?
Ela - Quando eu não digo nada é porque estou a dividir o teu silêncio. Quando tu não dizes nada é porque estás a pensar noutra mulher qualquer.
Eu (risos)
Ela - Vês?! Até te ris...
Eu - Rio-me porque disseste uma coisa estúpida.
Ela - Ainda por cima chamas-me estúpida.
Eu - Não te chamei estúpida. O que tu disseste é que foi estúpido. Eu também já disse coisas estúpidas.
Ela (abana os ombros) - Tu realmente...
Eu - Eu realmente o quê?
Ela - Não se pode confiar em nenhum homem. São todos iguais.
Eu - Tu é que... ainda há bocado querias estar abraçada a mim em silêncio, agora já não podes confiar em mim...
Ela - Tu é que me levas a pensar que não posso confiar em ti.
Eu - Mas levo como?
Ela - Estás sempre a pensar noutras mulheres.
Eu - Mas... e se estiver, o que é que tu tens a ver com isso?
Ela - Nada. Só quero é que não me chateies.
Eu - Mas eu não te chateio.
Ela - Só me chateia tu seres um cobarde que não é capaz de assumir nada.
Eu - Mas assumir o quê? Passei de gajo que queres abraçar para um gajo em que não podes confiar. Agora já sou um cobarde que não assume nada. Daqui a bocado...
Ela - Daqui a bocado é melhor calares-te.
Eu - Pronto, eu calo-me. É melhor, sim.
Ela - Mas calamo-nos sem abraços. Tu aí e eu aqui.
Eu - Não te percebo...
Ela - Eu sou muito fácil de perceber...

 

Toques de conversa N°5

Par spyvia | Le 19 2008 à 11:22 | Général | (Lu 476 fois)

Ela - Fizeste uma máscara nova para o teu Hi5...
Eu - Fiz. Gostas?
Ela - Mais ou menos. Eu fazia melhor só que não sei fazer...
Eu - Ah!
Ela - Podias-me fazer tu uma. Eu explicava-te como a queria e tu fazias.
Eu - Agora ando muito ocupado.
Ela - Se não me fizeres isso, tiro-te da minha lista de amigos.
Eu - Hoje nem vou dormir só de pensar nisso.

 

Toques de conversa N°4

Par spyvia | Le 19 2008 à 11:20 | Général | (Lu 379 fois)

Ela - Preciso que me aconteça qualquer coisa. Ando insatisfeita.
Eu - Gostava de saber porque é que as mulheres casadas andam sempre com essa conversa.
Ela - É fácil.
Eu - É?
Ela - É. Os homens, depois de casados, só servem para estorvar. Parecem uma peça de decoração lá em casa. Não falam, não fodem, não fazem nada...
Eu - Hum... porque é que não te divorcias?
Ela - Se me divorciar, depois só quero amantes. Namorados e maridos nunca mais.
Eu - Amantes?
Ela - Sim, gajos para levar prá cama de vez em quando.

 

Toques de conversa N°3

Par spyvia | Le 14 2008 à 12:02 | Général | (Lu 389 fois)

(em minha casa, antes de sairmos para ir jantar fora)

Eu - Importas-te só que eu tome um banho rápido? São cinco minutos... Ainda não tomei desde que cheguei do trabalho e suei bastante, hoje...
Ela - Mas ainda estás a suar? Não, pois não?
Eu - Não... mas devo estar a cheirar um bocado mal. Além disso não me sinto confortável.
Ela - E o que é que eu vou fazer durante esses cinco minutos?
Eu - O que te apetecer.
Ela - Então vou para a tua retrete, ouvir-te a tomar banho do outro lado do cortinado.

 

Toques de conversa N°2

Par spyvia | Le 13 2008 à 10:04 | Général | (Lu 383 fois)

Ela - Eras capaz de me comer toda numa noite, sem compromisso? É que preciso de sexo mas não estou para aturar mais gajos numa relação...
Eu - Sim, como não tenho namorada até era. Tu és bonita...
Ela - Ok... é só para saber...

 

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